
A DOR DA
POBREZA
Essa é a dor da minha pobreza,
Essa é a dor da minha pobreza,
Pobreza essa que abafa minha natureza.
Essa é a pobreza que bombeia meu coração, aquela que enfraquece e baixa minha emoção.
Eu só desejo almejar um pão,
Essa é a pobreza que bombeia meu coração, aquela que enfraquece e baixa minha emoção.
Eu só desejo almejar um pão,
Aquele mesmo pão que vou repartir com o meu irmão.
Pobreza que esconde a alegria do meu ser, pobreza que me mata com o mesmo ser
Óóó pobreza
cinto na pele dos meus ossos dor de pobreza multiplicados a ordem de Belzebu subtraindo-me nervos dum sorriso escondido.
Grito a minha dor no morro do moco.
Pobre/pobre/pobre filho do lixo neste chão enterrado em vida sem sucesso no olhar de quem te vê.
Ó pobreza
sinto na pele dos meus ossos dor de pobreza comungada a ordem de um satanás multiplicadas a fome subtraindo-o humilhação de sorriso escondido de baixo do morro do moco.
Grito a minha pobreza nos olhos cegos ressuscitando o meu trisavó numa lágrima de pena clara, e morro com a minha pobreza no dente esquerdo vou falecer
Pobreza que esconde a alegria do meu ser, pobreza que me mata com o mesmo ser
Óóó pobreza
cinto na pele dos meus ossos dor de pobreza multiplicados a ordem de Belzebu subtraindo-me nervos dum sorriso escondido.
Grito a minha dor no morro do moco.
Pobre/pobre/pobre filho do lixo neste chão enterrado em vida sem sucesso no olhar de quem te vê.
Ó pobreza
sinto na pele dos meus ossos dor de pobreza comungada a ordem de um satanás multiplicadas a fome subtraindo-o humilhação de sorriso escondido de baixo do morro do moco.
Grito a minha pobreza nos olhos cegos ressuscitando o meu trisavó numa lágrima de pena clara, e morro com a minha pobreza no dente esquerdo vou falecer
Eu vou falecer
Ai ai ai pobreza
Ai ai ai pobreza
Eduardo Sebastião
ft Kadeia








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