Zenú dos Santos comunica que não vai sair do Fundo Soberano
Zenú dos Santos comunica que não vai sair do Fundo Soberano
Luanda - O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) gostaria de abordar os falsos rumores que têm circulado numa determinada secção dos media sobre a demissão do PCA do FSDEA, José Filomeno dos Santos. O Fundo Soberano de Angola vem por este meio declarar que tais rumores são completamente falsos.
Fonte: FSDEA
Diz que rumores sobre a sua demissão são falsos
Em 2014, o Fundo estabeleceu sete programas de investimento colectivo para implementar investimentos de private equity em infraestrutura, hotelaria, agricultura, madeira, saúde, mineração e financiamento estruturado em Angola e na região subsaariana mais ampla.
De acordo com os resultados auditados do FSDEA para 2016, os quais foram auditados de forma independente pela Deloitte and Touche pelo quarto ano consecutivo, foi atingido um resultado líquido de USD 44 milhões, desde a sua criação. Após menos de quatro anos de actividade de investimento, esta conquista é considerada como o resultado de decisões prudentes de investimento e retornos positivos dos investimentos nos sectores da agricultura e infraestrutura.
Durante o mesmo período do relatório, o Fundo registrou também uma redução de 40% nas despesas operacionais, em comparação com 2015.
Em termos de divulgação, o FSDEA foi autorizado pelo Ministério das Finanças de Angola a adoptar as Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS), em 2015. Em 2016, o Fundo tornou-se na primeira instituição angolana totalmente comprometida com o nível de rigor e transparência exigido pelas IFRS.
O FSDEA comemora o seu quinto aniversário e a sua equipa está extremamente satisfeita com os muitos sucessos que alcançou num curto período de tempo. O Fundo Soberano de Angola continua inalterado por estas notícias enganosas e continuará com o seu mandato realizar investimentos prudentes e de apoiar o desenvolvimento do sector não-petrolífero em Angola.
- Fim -
Sobre o Fundo Soberano de Angola
O Fundo Soberano de Angola (FSDEA) é um Fundo Soberano pertencente integralmente ao Estado da República de Angola. O Fundo foi criado de acordo com as normas internacionais de governação e vem diversificando gradualmente a sua carteira de investimentos através de alocações de capital a vários sectores e classes de activos, de acordo com a sua política de investimento. Ao privilegiar investimentos financeiros de longo prazo, o Fundo desempenhará uma função importante na promoção do desenvolvimento social e económico de Angola e na geração de reservas para os cidadãos angolanos.
José Filomeno de Sousa dos Santos Zenú pede demissão
Zenú pede demissão
Lisboa - José Filomeno de Sousa dos Santos “Zenú” apresentou recentemente ao novo Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço pedido de demissão do cargo de Presidente do Conselho de Administração do Fundo Soberano. O anuncio público da decisão por parte do gabinete presidencial deverá será comunicada na próxima sexta-feira.
Fonte: Club-k.net
Depois de ter desfalcado o Fundo Soberano
Em causa estão dúvidas nas relações entre o FSDEA e a empresa suíça Quantum Global, de Bastos de Morais - alegado sócio de Filomeno dos Santos em vários negócios em Angola -, empresa especializada na gestão de ativos, tida como responsável por parte dos investimentos do fundo nas Ilhas Maurícias.
Segundo o jornal suíço Le Matin Dimanche, que revelou documentos dos 'Paradise Papers', dos 5.000 milhões de dólares (4.300 milhões de euros) atribuídos inicialmente, pelo Estado, ao FSDEA, cerca de 3.000 milhões (2.500 milhões de euros) terão sido investidos em sete fundos nas Maurícias, via Quantum Global, empresa de Jean Claude Bastos de Morais.
A Quantum Global, revela ainda o jornal suíço, terá recebido entre 2% a 2,5% do capital por ano, o que desde 2015 corresponderá a um valor entre 60 e 70 milhões de dólares (50 a 60 milhões de euros) anuais.
Em reação a este escândalo, varias personalidades angolanas e estrangeiras tem alertado que o novo Presidente de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço tem pretexto para despedir “Zenú” da liderança do FSDEA.
Depois do afastamento da sua irmã Isabel dos Santos da Sonangol, e do cancelamento dos contratos entre a Semba Comunicação (Tchizé dos Santos) e da sua Bromangol, “Zenú” ve-se sem condições morais e exemplares para estar a frente do FSDEA.
Presidente da República, João Lourenço determina fim dos contratos do Canal 2 da TPA com empresas Westside e Semba Comunicação 0
Presidente da República, João Lourenço determina fim dos contratos do Canal 2 da TPA com empresas Westside e Semba Comunicação 0
O Ministério da Comunicação Social (MCS) tornou público que, no cumprimento de orientações do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, cessam a partir desta data todos os contratos entre o ministério em questão, a Televisão Pública de Angola (TPA) e as empresas privadas Westside e Semba Comunicação referentes à gestão do Canal 2 e da TPA Internacional, os quais devem retornar ou passar para a esfera jurídica da TPA.

Segundo um comunicado do MCS chegada à Angop nessa quarta-feira, a emissão da TPA Internacional deve, por outro lado, cessar imediatamente, para permitir a completa reformulação da sua programação e a sua reentrada em funcionamento no prazo de tempo mais rápido possível.
Para o efeito, o Conselho de Administração da TPA nomeará um profissional para dirigir o seu canal internacional, o qual deverá trabalhar sob a supervisão directa do administrador executivo para a área de conteúdos, a fim de definir uma nova grelha de programas da TPA Internacional.
Por seu turno, prossegue o comunicado, a actual programação da TPA 2 continuará no ar até 31 de Dezembro do ano em curso, período durante o qual o Conselho de Administração da TPA deverá tomar todas as medidas pertinentes para assumir a sua plena gestão e direcção a partir de 1 de Janeiro de 2018.
“A TPA deverá, em conjunto com as empresas que até agora assumiram a gestão do Canal 2 e da TPA Internacional, encontrar as melhores soluções relativas aos equipamentos, estúdios e outras facilidades concedidas às empresas em questão ao abrigo dos contratos hoje mandados cessar, velando igualmente pela situação dos trabalhadores da televisão pública que estão ao serviço daquelas empresas privadas”, conclui o comunicado assinado pelo titular da pasta, João Melo.
PR João Lourenço Exonera Isabel Dos Santos
PR Exonera Isabel Dos Santos
Lisboa - Isabel dos Santos foi formalmente comunicada nesta terça-feira (13) da decisão do seu afastamento, para breve, do cargo de Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, na qual havia sido nomeada através do Decreto Presidencial n.º 120/16, assinado pelo seu pai, o ex-Presidente José Eduardo dos Santos.
Fonte: Club-k.net
METADE DA SUA FORTUNA PERTENCE À SONANGOL
Na sequencia da decisão do seu afastamento, as autoridades instruíram, no último fim de semana, um analista politico, Gildo Matias para se ensaiar a fazer defesa pública na televisão (Zimbo) da exoneração de Isabel dos Santos de forma a criar um estado de opinião.
Isabel dos Santos que tem a sua fortuna com fundos provenientes da Sonangol, foi nomeada em 2016, para que no decorrer da saída do seu pai do poder pudesse apagar vestígios que a pudessem criar constrangimento no futuro. Para tal contou com a ajuda de um batalhão de consultores portugueses e de um inglês de origem indiana, Sarju Raikundalia notabilizado como um estratego em manipulação de contabilidade.
Em 2016, numa artigo que se reproduz com a devida vênia, o portal Maka Angola de Rafael Marques fez uma apresentação explicando como metade da fortuna de Isabel dos Santos pertence a Sonangol.
MAIS DE METADE DA FORTUNA DE ISABEL DOS SANTOS PERTENCE À SONANGOL - Rafael Marques de Morais
Isabel dos Santos inclui as acções na Galp como parte dos activos que compõem a sua fortuna, estimada em 3.3 biliões de dólares pela Forbes. Estas acções, na realidade, pertencem à Sonangol. A participação de Isabel dos Santos na petrolífera portuguesa representa perto de dois terços – mais de metade – da sua fortuna, estando avaliada em 1.6 biliões de euros (1.8 biliões de dólares), segundo o Diário Económico.
Em Fevereiro passado, a filha do presidente José Eduardo dos Santos disse o seguinte ao Wall Street Journal: “Não sou financiada por dinheiro do Estado ou fundos públicos”. E repetiu: “Não faço isso.” Desde que se assumiu como bilionária, Isabel dos Santos tem procurado provar que a sua fortuna é “limpa”, resultando do esforço da sua capacidade de empreendedorismo, numa carreira que começou com a venda de ovos aos seis anos de idade.
A presente investigação do Maka Angola desmente Isabel dos Santos e demonstra como esta obteve a sua participação na Galp através da Sonangol, num negócio pago com dinheiro do Estado, com fundos públicos.
Dedicada ao sector do petróleo e do gás, a Galp é uma das maiores empresas portuguesas, com uma capitalização bolsista de cerca de 9.5 biliões de euros.
Os factos
Isabel dos Santos está presente indirectamente na Galp através da offshore Esperaza Holding B.V., que detém 45% da holding Amorim Energia. Esta, por sua vez, é a maior accionista da Galp, com 38.4% das suas acções. A Amorim Energia é detida em 55% pelo homem mais rico de Portugal, Américo Amorim. Foi com Américo Amorim que Isabel dos Santos criou em 2005 o Banco BIC. Américo Amorim e Isabel dos Santos voltaram a associar-se na Nova Cimangola, onde a filha de JES recebeu a sua participação do Estado, que a adquiriu à Cimpor por 75 milhões de dólares.
Ora é justamente na Esperaza Holding, registada na Holanda, que se esconde o esquema mafioso entre a Sonangol e Isabel dos Santos, e que aqui se expõe.
Primeiro, em 2005, quando a Esperaza Holding entrou no capital da Galp, foi anunciada como sendo uma empresa detida na totalidade pela Sonangol, segundo os registos públicos holandeses (Câmara do Comércio Holandesa – Handelsregisterhistorie). Em 2006, o registo da Esperaza mantinha-se na Holanda, e mantinha-se como propriedade única da Sonangol.
Segundo documentos na posse de Maka Angola, a 25 de Janeiro de 2006, a Sonangol assinou um acordo com a empresa offshore Exem Africa Limited, registada nas Ilhas Virgens Britânicas, respeitante ao investimento na Esperaza Holding B.V.
Segundo o acordo, redigido em inglês, a Sonangol faz todo o trabalho e realiza, por conta própria, a totalidade do investimento em dinheiro na Galp, em nome de ambas as partes. Ou seja, todo o dinheiro investido no negócio é propriedade do Estado angolano.
Depois de cumpridas as formalidades para a constituição da Exem, a Sonangol transfere 40% da participação adquirida na Galp para a Exem. Assim, a Sonangol fica com 60% e Isabel dos Santos com os restantes 40%, através do seu veículo offshore, ou seja, a Exem. Todavia, toda a informação pública refere sempre a participação da filha do presidente na Esperaza Holding, o veículo usado para controlar as acções na Galp, como sendo de 45%, enquanto a Sonangol fica com 55% da quota.
Quem assinou o esquema na altura foi o actual vice-presidente da República, Manuel Vicente, à época presidente do Conselho de Administração da Sonangol. Em representação de Isabel dos Santos, assinou Fidel Kiluanje Assis Araújo, seu procurador legal em várias empresas, tanto em Angola como em paraísos fiscais.
O memorando que descreve a negociata divide a aquisição das acções na Galp em duas fases. Na primeira fase, está previsto que a Exem de Isabel dos Santos pague 11.2 milhões de euros (12.5 milhões de dólares) à Sonangol, equivalente a 15% do valor fixado na altura da execução da cessão dos direitos sociais.
Na segunda fase, Isabel dos Santos tem de pagar à Sonangol mais 63.8 milhões de euros (71.5 milhões de dólares), equivalente aos restantes 85% do valor correspondente à sua quota de 40% das acções da Galp compradas, na totalidade, pela Sonangol. Mas Isabel dos Santos não tem de tirar nem mais um tostão do seu bolso. Financia esse valor com os dividendos que a Galp paga à Esperaza Holding. A isso se acrescem juros não capitalizáveis iguais à Euribor a três meses.
No mesmo ano da assinatura do acordo, 2006, o marido de Isabel dos Santos, Sindika Dokolo, assumiu o cargo de administrador da Galp, em representação da Esperaza. Dois anos mais tarde, Isabel dos Santos reconheceu ser sócia da Galp. À Autoridade da Concorrência de Portugal revelou ser sócia minoritária da Esperaza Holding, através da Exem.
Explicações
Recapitulemos o esquema.
A Exem de Isabel dos Santos recebeu a sua participação na Galp praticamente como doação da Sonangol. Segundo investigação do Maka Angola, não há registo oficial de que Isabel dos Santos tenha sequer pago à Sonangol os 11.2 milhões de euros inicialmente acordados.
Trata-se de uma doação ou transferência ilícita de património do Estado para a filha do presidente. Mesmo o valor que teria de pagar na totalidade – cerca de 75 milhões de euros (84.5 milhões de dólares) por 40% das acções na Esperaza – era um valor inferior ao investimento realizado pela Sonangol.
Isabel dos Santos não desembolsa um mísero tostão nesta negociata. Na prática, os restantes 60 milhões que devem ser pagos com os lucros processam-se da seguinte forma: a Galp entrega os lucros à Sonangol através da Esperaza, que os transfere para Isabel dos Santos, para esta pagar à Sonangol.
Os relatórios e contas da Sonangol não revelam quaisquer pagamentos da dívida de Isabel dos Santos à Sonangol, seja com os dividendos da Galp ou outros. O esquema mantém-se: a Sonangol comprou, Isabel dos Santos recebeu de borla, e esta afirma publicamente, de “boca cheia”, que é “tremendamente independente”. “Sempre tive o desejo de afirmar-me sozinha e não estar à sombra dos meus pais”, disse recentemente ao Wall Street Journal.
A Sonangol tem sido o banco pessoal e privativo de Isabel dos Santos, a entidade que doa milhões à princesa para ser bilionária à custa do sofrimento do povo angolano, a quem os fundos do petróleo deveriam, na realidade, beneficiar.
É a mesma Isabel dos Santos que, em finais do ano passado, por despacho do pai-presidente, assumiu a liderança do processo de reestruturação da Sonangol (https://www.makaangola.org/index.php?option=com_content&view=article&id=11830:isabel-dos-santos-comanda-reestruturacao-da-sonangol&catid=26:corrupcao&lang=pt) e da Comissão de Reajustamento da Organização do Sector dos Petróleos. Lá foi buscar a Boston Consulting Group e o escritório de advogados português Vieira de Almeida e Associados, de modo a conferir um ar de profissionalismo a mais um esquema de assalto da família presidencial à Sonangol.
Conclusão
Mais de metade da fortuna de Isabel dos Santos, calculada com os activos na Galp, pertence claramente à Sonangol, ao Estado angolano.
O analista jurídico do Maka Angola, Rui Verde, explica que “as acções de Isabel dos Santos na Galp deviam ter reserva de propriedade ou estarem penhoradas a favor da Sonangol até estarem pagos os montantes devidos. E, mesmo assim, é ilegal que uma empresa estatal funcione como banco de investimento privado da família presidencial”.
Para Rui Verde, do ponto de vista legal, “há uma entrega nula de acções a Isabel dos Santos, e estas devem ser imediatamente devolvidas à Sonangol”.
Ainda de acordo com o analista, a participação de Isabel dos Santos na Galp deve ser investigada pelas procuradorias-gerais de Angola e de Portugal, porque “indiciam tráfico de influências, peculato, prevaricação e branqueamento de capitais”.
“Basta considerar-se que a participação de Isabel dos Santos foi obtida através de métodos e verbas ilegais pertencentes ao Estado, para estarmos perante um crime de branqueamento de capitais. Logo, um crime público e de investigação obrigatória pelo Ministério Público”, remata Rui Verde.
É extraordinária e impressionante a forma como Isabel dos Santos e o pai roubam os angolanos em plena luz do dia, sendo que a sociedade, perante tanta informação, continua submissa. Estamos perante uma família de ladrões insaciáveis, e como tal devem ser tratados.
iPhone X custa 42 salários mínimos em Angola
iPhone X custa 42 salários mínimos em Angola

Já é possível adquirir em Angola o novo smartphone da Apple – iPhone X, que foi oficialmente apresentado no dia 12 de Setembro do ano em curso.
O novo modelo do iPhone que tem dado que falar ultimamente, encontra-se já à venda em Angola, nas lojas da Wammo e com preços que chegam a custar até 42 salários mínimos.
Actualmente o salário mínimo nacional está no valor de 16.503,30 kzs, e o iPhone X de 64 GB, está avaliado em 699.990 kzs. Para um trabalhador que ganha o salário mínimo teria que juntar durante 3,5 anos para comprar o iPhone X.

É possível ainda comprar o novo iPhone de 256 GB, ao preço de 799.900 kzs. O impressionante é que a Apple viu o seu estoque de vendas online a esgotar-se no mês de Outubro, logo após anunciar as suas vendas, mostrando que o preço não assustou os fiéis seguidores da companhia.
O Menos Fios desconhece até ao momento o número unidades do iPhone X vendidas em Angola. O iPhone X nos Estados Unidos da América custa, US$ 999 e já em Angola está ao preço de US$ 3.685 ( de acordo com o câmbio médio da banca comercial 1$ – 190kz).
O iPhone X conta com um sistema à prova de fraude, com tecnologia desenvolvida para reconhecer se há uma fotografia ou uma máscara a substituir o rosto.
Isabel nomeia prima como representante da Sonangol em Londres
Isabel nomeia prima como representante da Sonangol em Londres
Lisboa - A PCA não executiva da Sonangol, Isabel dos Santos nomeou em finais de Agosto passado, Maria Jacinto de Sousa Rodrigues como Presidente da Comissão Executiva da representação da petrolífera estatal angolana em Londres (formalmente conhecida por Sonangol Limited), em substituição de Maria Sandra Lopes Júlio.
Fonte: Club-k.net
PCA privilegia nepotismo e favoritismo
A nova PCE foi técnica da área de planeamento da Sonangol P&P, em Luanda. O seu esposo é João Rodrigues, o delegado da TAAG em Londres. A nomeação da mesma por parte de Isabel dos Santos é vista como tendo obedecido a dois critérios: Para facilita-la na despesas em Londres, uma vez que Isabel dos Santos esta proibida de abrir contas bancarias na capital britânica e por outra, ajudar a nova PCA a trabalhar num país onde também esta o seu conjugue.
A Sonangol Ltd é a entidade responsável pela venda do petróleo angolano no mercado europeu. Desde a sua fundação no ano de 1983, esteve representada por José Carlos de Castro Paiva, igualmente “testa-de-ferro”, do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, para o sector petrolífero e banca.














